[Livro] Ekklesia e Reforma Já!

 Resumo do Livro

 

Reforma já

 

Ekklesia e Reforma Já!

 

O livro  Ekklesia Reforma já é bastante apologético, trata de assuntos diversos acerca dos rumos que a Igreja tem tomado nos últimos anos; as abordagens vão da Igreja primitiva, passam pela apostasia atual e chegam até a escatologia (fim do mundo), a conclusão fica por conta do pedido de ‘Reforma Já’ e das propostas para essa reforma que a Igreja atual tanto precisa.

O “bezerro de ouro” da era moderna e os poderes outorgados ao diabo são temas que vão fazer você refletir; a lavagem cerebral feita em muitas pessoas dentro de muitos ambientes tidos como ‘religiosos’ também é um mal que essa narrativa combate. O estudo teológico a respeito das guerras espirituais é bastante amplo; o livro é todo referenciado para facilitar que o leitor confira tudo que é dito com as sagradas escrituras. A ‘teologia da omissão’, que tem gerado toda uma leva de cristãos covardes, também é duramente criticada e refutada nesse livro; a linguagem simples e as explicações objetivas vão fazer com que você não se perca em meio à hermenêutica dos fatos e dos acontecimentos. Essa obra surgiu a partir de vários questionamentos e análises bíblicas, a base é a palavra de Deus e o intuito é avivar a fé e o entendimento do leitor em meio a toda essa “torre de babel” que o sistema religioso vem criando ao longo dos séculos.

Autor: Relry Alves da Silva

Escritor, Técnico em Transações Imobiliárias, Compositor, Teólogo, Apologeta.

Email: relry_alves@hotmail.com

 

Capítulos do Livro

1 – A teologia da Omissão

2 – O Dízimo e os Patrocinadores da Apostasia

3 – As mais diversas Soteriologias

4 – Os Rebeldes da Atualidade

5 – A “ceia” e o Legalismo

6 – Demônios Infiltrados

7 – Batismo e Interpretações errôneas

8 – Os Louvores e os Falsos Levitas

9 – Será Pregado em todo o Mundo

10 – A Teologia do Escapismo

11 – O “Bezerro de ouro” dos dias atuais

12 – Guerra Espiritual

13 – A Lei da conveniência

14 – Os “Desigrejados”

15 – Episcopado e a real Interpretação

16 – Lutero e a “reforma” do século XVI

17 – Reforma Já!

18 – Considerações e Agradecimentos

 

Capítulo 3 – As mais variadas Soteriologias

1Existem várias instituições denominacionais no segmento evangélico, milhares delas registradas, outras não; a maioria delas diverge umas das outras nos quesitos soteriológicos,  2claro que grupos diferentes tendem a não serem unânimes, mas essa não-unanimidade deveria se ater apenas ao campo pessoal/humano, pois a bíblia diz que existe uma só fé e um só Senhor (Efésios4:5), e diz também que os cristãos precisam ter o mesmo parecer quando o assunto é a salvação (1Coríntios1:10). 3Na época das igrejas primitivas não existiam as divisões denominacionais, o que sabemos é que haviam igrejas (coletivo de cristãos) que habitavam em determinadas cidades,  4esse conjunto de pessoas era então chamado de ‘igreja local’, geralmente esse ‘local’ era o nome da cidade (Ex: Igreja de Éfeso, Igreja de Corinto, etc…),  5essa igreja não era um templo específico com um estatuto meramente humano de regras e conceitos soteriológicos;  6as reuniões geralmente aconteciam em cavernas ou casas (Romanos16:5 ,1Coríntios16:19, Colossenses4:15, Filemom1:2), 7pois locais públicos poderiam ser perigosos, visto que a perseguição aos cristãos dos primeiros séculos era quase que constante;  8hoje nós temos a liberdade de construir templos e auditórios para os encontros e cultos, mas foi justamente essa ‘liberdade’ (junto com outros fatores que citarei mais adiante) que fez com que a ocasião á carne fosse dada e as divisões pudessem aparecer; CONTINUA..

 

Capítulo 4 – Os Rebeldes da Atualidade

1 Certa feita os habitantes da cidade de Bereia (época da igreja primitiva), fizeram questão de conferir se a pregação do Apóstolo Paulo condizia com a verdade escriturística, eles analisaram e examinaram palavra por palavra antes de darem crédito á Paulo, e pasmem, eles foram elogiados por isso e até chamados de ‘nobres’ (Atos17:11);  2diferente do que acontece nos dias de hoje, pois se alguém, principalmente um jovem, questionar um líder desses atuais e soberbos, automaticamente será tachado de ‘Rebelde’;  3hoje em dia não é legal conferir na bíblia se a pregação e os argumentos estão corretos, não é legal você por os espíritos á prova (1João4:1), é deselegante questionar um líder, pra eles isso é rebeldia.  4Criamos uma massa de crentes marionetes, pessoas que não pensam por si só, adultos com mais de quinze ou vinte anos de “igreja” que ainda dependem do “leitinho espiritual” e não  podem sequer pensar em ingerir um “alimento mais sólido”, pessoas que não possuem base argumentativa pra defenderem sua própria fé (1Pedro3:15),  5pessoas que vivem sendo levadas e convencidas por tradições puramente humanas (Mateus15:9), essas pessoas não sabem se sua doutrina escatológica ou litúrgica é bíblica, não sabem se seu culto é racional (Romanos12:1),  6mas sabem muito bem dos detalhes da vida do vizinho que mora ao lado, CONTINUA..

 

Capítulo 7 – Batismo e Interpretações errôneas

1Sistematizaram o batismo, hoje se a pessoa não for batizada por uma liderança denominacional o batismo não vale (segundo a maioria dos denominacionados);  2esquecem que o pré-requisito pro batismo é a fé, “Quem crer e for batizado será salvo” (Marcos16:16),  3a bíblia não menciona quem tem o direito de batizar; João batista batizava muitos, e não era uma liderança religiosa do judaísmo e nem da igreja neotestamentária, apenas imputavam á ele o título de Profeta (do grego ‘prophétes’, que quer dizer: aquele que fala em nome de Deus).  4A bíblia jamais relatou que aqueles que eram batizados eram de fato ligados á algum tipo de grupo “institucionalizado” seja ele do judaísmo ou do evangelho;  5o Eunuco batizado por Filipe não era inscrito em nenhum grupo religioso do qual Filipe tivesse conhecimento, e mesmo assim foi batizado (Atos8:35-38), o contexto deixa bem claro que a exigência é crer em Cristo de todo o coração e que Ele é o filho de Deus. CONTINUA..

 

Capítulo 8 – Os “Louvores” e os Falsos Levitas

1Um meio quase que totalmente contaminado pela ganancia desenfreada e por práticas carnais e outras trazidas pelo sincretismo, com certeza não teria como adotar um sistema de louvor que fosse de fato Cristocêntrico, CONTINUA..

 

Capítulo 11 – O “Bezerro de Ouro” dos dias atuais

7Hoje (sem generalizar) as pessoas querem um “bezerro de CONTINUANDO ouro” pra representar a pessoa de Deus, a ideia do Espírito Santo falar no coração do fiel, ou dEle auxiliar em suas decisões de forma sobrenatural e discreta não é mais bem vinda, elas precisam ver, precisam tocar, esqueceram o significado da fé (Hebreus11:1). 8A providencia de Deus também precisa ser vista a olho nu, a cura de um coração ferido, a revitalização de uma alma amargurada e a inscrição do nome da pessoa no livro da vida não são mais suficientes, algumas pessoas precisam ver essa providência através de carros, casas e altos cargos, pois o “bezerro” precisa ser tocado; CONTINUA.. .

 

Capítulo 14 – Os “Desigrejados”

1“Desigrejado” é um termo classificado como ‘neologismo’ e usado por pessoas filiadas á instituições religiosas para se referirem á outros(as) que preferiam sair das denominações.  2A cada dia que passa aumenta o numero de pessoas que se revoltam com o ‘Sistema Religioso’, ou seja: esse sistema que é criado e mantido por “igrejas” que funcionam como empresas e só visam lucros, 3aliás, segundo o Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano de 2010 havia cerca de quatro milhões de cristãos ‘não-denominacionados’ em todo o Brasil. CONTINUA..

 

Capítulo 15 – Episcopado e a real Interpretação

1Muitos alegam que apenas a congregação institucionalizada tem o respaldo divino na ordenança de “cargos eclesiásticos”, essas pessoas não levam em conta a tradução das palavras e acabam  tendo por ‘cargos’ algo que ás vezes está mais relacionado com  ‘Dom’, ‘Chamado’ ou com ‘Faixa etária’,  2por exemplo: Guia Espiritual (Hebreu13:17), do grego ‘hegéomai’, que quer dizer ‘aquele que ensina, ou que conduz’,  sabemos que uma congregação caseira ou uma comunidade/grupo que congrega em praças podem sim ter um ‘Guia’ que os ensine e os conduza no correto entendimento da palavra.  3Outra confusão que fazem é com o “cargo” de ‘diácono’ (1Timóteo3:12), do grego ‘diakonoj’ , que quer dizer ‘aquele que serve’, e é obvio que uma congregação caseira ou que se reúne em ruas ou praças podem ter muitas ‘pessoas que servem’, aliás, etimologicamente falando não é nem preciso ser filiado á algum grupo pra ser um ‘diácono’.  4O termo/cargo de ‘presbítero’ (1Timóteo5:17) vem do grego ‘presbýteros’, que quer dizer ‘o ancião, ou pessoa mais velha’, eles ajudavam a aconselhar e conduzir principalmente os mais novos na fé, e claro que em qualquer tipo de congregação podem existir os presbíteros, aliás, é sempre bom conversar e adquirir conhecimentos com pessoas mais experientes na fé cristã (obs: em termos de ‘características’ tanto o Bispo quanto o Presbítero possuem o mesmo significado etimológico).  CONTINUA..

 

Capítulo 16 – Lutero e a “reforma” do século XVI

1Podemos chamar o que Lutero promoveu de ‘Reforma’? Em que consiste uma reforma? Uma casa depois de reformada passa a ter um dono diferente pra cada cômodo? Passa cada um á ditar as regras do seu próprio cômodo? Ou a casa reformada passa á acomodar melhor seus moradores e continua, toda ela, sob as ordens de seu único e legítimo Dono? CONTINUA..

 

Capítulo – 17  Reforma Já!

1A reforma que traria a igreja de volta á ‘primeira caridade’, seria também a reforma que extinguiria o ‘Nicolaísmo’ que se instaurou no meio cristão, prática essa que sempre foi condenada na bíblia (Apocalipse2:6);  2quem ocupa um cargo na obra de Deus deve usá-lo pra servir os demais, e não o contrário disso; CONTINUA..


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Conselheiro Cristao

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